Mostrando postagens com marcador Grandes Nomes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Grandes Nomes. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Euclides da Cunha e Canudos


Nascido no dia 20 de janeiro de 1866, na cidade de Cantagalo, no estado do Rio de Janeiro, Euclides da Cunha perdeu a mãe muito cedo e, desde então, morou com diversos parentes. Com 19 anos, foi cursar engenharia Escola Militar da Praia Vermelha. Em 1890, matriculou-se na Escola Superior de Guerra e, um mês depois de começar a estudar, concluiu o curso de artilharia.

Apesar de toda essa habilidade para matemática e cálculos avançados, Euclides também tinha um enorme talento para a literatura. Por isso, em 1897, foi convidado pelo então diretor de “O Estado de São Paulo” para cobrir a guerra que havia se instalado no interior da Bahia, na cidade de Belo Monte: a Guerra de Canudos.

A batalha se deu por diversos motivos, mas o que gerou o massacre dos sertanejos foi o medo que o Governo da República tinha do movimento. O modo de vida daqueles cidadãos, independente do estado e até mesmo da Igreja, era temido pelos poderosos, pois poderia contagiar outras cidades do país.

Mas Canudos lutou fortemente e só caiu no 4º ataque a cidade, no qual Euclides da Cunha relatou com exatidão o que restou de Belo Monte:
“Canudos não se rendeu. Exemplo único em toda a história, resistiu até o esgotamento completo. Expugnado palmo a palmo, na precisão integral do termo, caiu no dia 5, ao entardecer, quando caíram os seus últimos defensores, que todos morreram. Eram quatro apenas: um velho, dois homens feitos e uma criança, na frente dos quais rugiam raivosamente cinco mil soldados”.

Devido à enorme repercussão de seus relatos, produziu o livro Os Sertões, que até hoje é referência em literatura e história brasileira.

Então no ano de 1909, prestou concurso para o magistério e passou. Porém, não assumiu o cargo, pois foi assassinado pouco tempo depois.

Para entender melhor a Guerra de Canudos, assista ao vídeo elaborado pela Fundação Joaquim Nabuco e pelo Ministério da Cultura, com o apoio da TV Cultura.
Esse é um dos episódios da série "Brasil - 500 Anos"







Por Bruno de Nicola
Fontes:
http://www.suapesquisa.com/pesquisa/euclidesdacunha.htm
http://www.culturabrasil.pro.br/euclides.htm
Material didático de pré-vestibular Anglo: História, Livro-Texto 2

Imagem: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhADBnLCQ4imX_ha4qVMhclrogXBi1tOJG1djQ7_awqGTUSE4rkVt4t76o91CGdlEhmHvTj83nZIL0PK45Ksi4FvgR-yvl8vOH6aOAntLaS7uIoa5kXcK8eYew-OIfzAOMpgKWGDT48Coo/s1600-h/EUCLIDES+DA+CUNHA.jpg

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Libero Badaró

No ano de 1826, chega ao Brasil um jornalista italiano chamado Giovanni Baptista Libero Badaró, que viveu no país durante 4 anos. Foi um republicano com ideias liberais e era uma das vozes de oposição do reinado de D. Pedro I.

Badaró defendia a liberdade de imprensa e criticava o governo através de jornais nos quais ele era o responsável pela criação. Nesses jornais, Badaró usava uma linguagem violenta, pregando suas ideias e atacando de forma agressiva o imperador. Ele foi o criador de jornais importantes como, "A Malagueta", "Abelha Pernambucana", e principalmente "O Observador", que foi um dos principais jornais e está nos meios até hoje.

Em 7 de abril de 1831, pressionado pela oposição e pelo povo que o acusara pela morte de Badaró em 20 de novembro do ano anterior, o rei D. Pedro I abdicava o trono. Portanto, o dia 7 de abril foi batizado como o dia do jornalista em homenagem a Libero Badaró .

Giovanni Baptista Libero Badaró encerra sua vida com a frase
“Morre um liberal, mas não morre a liberdade.”

Em 20 de novembro de 1830, morre o médico e jornalista adorado por todos, Libero Badaró. Assassinado em São Paulo, durante as comemorações das revoltas liberal francesas que depuseram o rei.


Por Moniky Bancilon

Fontes de Pesquisa:

http://www.multirio.rj.gov.br/historia/modulo02/morte_badaro.html

www.algosobre.com.br/biografias/libero-badaro.html

http://www.canaldaimprensa.com.br/canalant/especial/quarent2/especial42.htm

Imagem: http://www.almanaquedacomunicacao.com.br/blog/?p=610